O corpo do dentista Carlos Henrique Bosco, de Itajuba/MG encontrado morto a facadas no quintal de sua casa foi enterrado na manhã desta segunda-feira 30/7 ele estava com 54 anos, era servidor da Prefeitura e tinha duas marcas de perfuração no corpo quando foi encontrado. A polícia abriu inquérito para investigar o caso e explicou que a morte é tratada como homicídio. Isso porque no corpo do dentista havia marcas de luta corporal.

“Com a chegada da perícia da Polícia Civil, foram identificados sinais de luta corporal, levantando a possibilidade de um homicídio. O corpo apresentava ferimentos e a perícia identificou duas perfurações, por faca”, explicou o capitão da Polícia Militar, Júlio Alves a uma reportagem realizada no local.

A casa, segundo a polícia, não tinha sinais de arrombamento e tinha segurança reforçada, com muros altos e cerca elétrica. Quem localizou o corpo no quintal da casa foi a mulher do dentista, que tem problemas auditivos e não percebeu o crime.

“A esposa relatou que a vítima tinha por hábito sair de manhã para caminhar. Ela deu falta dele por volta das 9h, quando saiu no quintal da residência”, explicou o capitão.

Carlos Henrique foi enterrado no Cemitério Municipal de Itajubá. As investigações seguem pela polícia.  Nenhum suspeito do crime foi preso até o presente momento.

O caso

O corpo do dentista Carlos Henrique foi encontrado no quintal da casa dele na manhã deste domingo 29/7 por sua esposa que tem problemas auditivos, em Itajubá /MG. Ele estava com a faca cravada no peito e tinha perfurações próximos ao tórax e marcas de sangue. A esposa, que usa aparelho auditivo, foi quem chamou a polícia e disse não ter ouvido nada.

Carlos trabalhava atualmente como dentista na rede municipal da prefeitura de Itajubá e era muito conhecido na cidade.

Direto da Redação fotos redes sociais

 

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