O Sul de Minas conquistou 3 mil novas vagas de trabalho este ano. O destaque na geração de empregos ficou para o setor de serviços. Em Minas Gerais, foram mais de 1,3 milhões de contratações contra 1,243 milhões de demissões de janeiro a setembro de 2017. O saldo foi positivo em mais de 56 mil vagas. Na região, Campo Belo, Pouso Alegre e Varginha ficaram entre as 10 cidades mineiras que mais geraram empregos.

Em Pouso Alegre, mais da metade das vagas vieram do setor de serviços, a cidade alcançou o 9 lugar entre as cidades que mais geraram empregos.

De acordo com o economista Lineu Pedroso, a alta dos empregos é reflexo da liberação do fundo de garantia e do Pis/Pasep, que aumentou o número de vendas no comércio, aquecendo o mercado.

“Pouso Alegre é uma cidade pólo. Isso quer dizer que uma cidade pólo sofre mais na época de crise e se recupera mais na época de bonança, quando o crescimento começa a agir. Isso porque as pessoas começam a procurar bens. Então se gasta mais em restaurantes, em compras e se abre espaço para a contratação de atendentes”, explica.

Mas ele alerta que apesar da melhora, o momento exige cautela: “É preciso ser um pouco cauteloso. Quem está empregado precisa ter muito cuidado com o que ele vai trocar. Não se pode arriscar porque não estamos numa economia a todo vapor. A locomotiva só começou a se movimentar”, alerta. Campo Belo – 1.227 ficou em 7 colocação, Pouso Alegre – 1.094 e Varginha com 1.046 está em décimo lugar na geração de empregos.

Já Poços de Caldas apresentou geração negativa de 136 vagas no 1º semestre de 2017 em serviços. O município também é vilão em geração de empregos quando o assunto é comércio. A cidade fechou 259 vagas no setor nos primeiros 9 meses do ano, o maior número negativo.

Mas os números também mostram que o desempenho do comércio é ruim em oito das 10 maiores cidades da região.

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Poços de Caldas, Márcio Roberto de Oliveira, a entidade acompanha com muita apreensão esses números negativos. Segundo ele, são muitas lojas fechadas e esse número surpreende a cada dia. Na visão do presidente, algumas ações precisam ser tomadas para que a retomada do emprego possa acontecer nesses setores.

Fonte: Yahoo

05-06-2014 – São Paulo – O MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) entrou com ação civil pública pedindo que todos os selecionados para o programa de trabalho voluntário da Fifa para a Copa do Mundo sejam contratados com carteira de trabalho assinada. Foto Rafael Neddermeyer/ Fotos Publicas

 

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